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Aderência da Fapa a boas práticas e padrões de controle de riscos é superior a 99%

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Desde a criação do modelo de supervisão baseada em riscos estabelecida pela legislação para o mercado de previdência complementar fechado, a Fapa tem fortalecido os controles de seus processos.

Os resultados têm sido expressivos e são refletidos nos Relatórios de Avaliação de Riscos, elaborados anualmente pela PFM Consultoria e Sistemas.

Em 2021 a avaliação apontou que o nível de déficit de controle da Fapa está inferior a 1%, ou seja, a aderência as boas práticas e aos padrões de controle é superior a 99%, como explica o consultor da PFM, Francisco Fernandes.

“Em toda a história da PFM essa é a primeira vez que uma entidade de previdência complementar fechada chega a nesse nível de déficit [de controle], abaixo de 1%. A expressividade desse resultado se torna ainda maior quando a gente considera o impacto que a boa gestão de riscos traz para a cultura organizacional. Durante esse período todo a Fapa demostrou que desenvolveu uma cultura de controle interno bastante avançada.”

Segundo ele, a aderência de funcionários, diretoria e conselhos ao processo de gestão baseada em riscos é um dos principais fatores para o alcance de resultados tão positivos.

“Os conselheiros deliberativos e fiscais patrocinando todos esses ciclos, a diretoria reforçando a importância e atuando, e os funcionários estão todos de parabéns. Eles demonstraram que realmente aderem ou buscam melhorar e trazer a Fapa para um nível de exposição a risco controlável dentro daquilo que a organização considera necessário,” afirma.

Gestão baseada em riscos

De acordo com o consultor, a gestão baseada em riscos é uma obrigatoriedade para as entidades fechadas de previdência complementar, conforme exige a Resolução nº 13 do CGPC de 2004.

Segundo ele, é um processo no qual todos os riscos que afetam as atividades da entidade são identificados e avaliados periodicamente.

Também são avaliados, os controles definidos para mitigar cada um desses riscos mitigados nos processos da Fapa.

“Sempre lembrando que não é possível obter retorno sem correr risco. Esse nível em que a gente implementa os controles dá uma segurança para se correr risco. Não quer dizer que uma perda não vá se manifestar, que o risco não vá se manifestar, mas se ele se manifestar certamente a perda será menor, porque as providências de mitigação de risco estão todas sendo tomadas,” destaca o consultor.   

Em 2021 a Fapa concluiu seu 7º Ciclo de Avaliação de Riscos. O relatório apresentou os resultados do ciclo de 2020 após a implementação das melhorias sugeridas e implementadas na Entidade em 2021.

“O ciclo de gestão de risco se inicia com a revisão dos processos da entidade. Então a Fapa  revê os seus processos, no momento seguinte há uma identificação, uma revisão no caso da Fapa dos riscos que afetam esses processos, posteriormente são levantados questionários de controle interno, por meio do qual se afere o nível de aderência  das práticas de controle da Fapa em relação a padrões de boas práticas de mercado e finalmente isso tudo é analisado para se definir ações de melhoria dentro do que é esperado como objetivo de controle e de nível de risco desejado pela organização,” destaca Fernandes.

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