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FAPA intensifica gestão baseada em riscos 18/12/2015

FAPA intensifica gestão baseada em riscos

O consultor Francisco Fernandes destaca três fases como fundamentais no processo de gestão baseada em riscos: elaboração da matriz de riscos originais das áreas e pessoas, riscos residuais e plano de ação.

Desde o novo modelo de supervisão baseada em riscos estabelecida pela legislação em vigor para o mercado de Previdência Complementar, a FAPA tem fortalecido a profissionalização dos funcionários e os processos utilizados na administração da Fundação para o fiel cumprimento das normas. No ano passado, por exemplo, a entidade contratou a PFM, consultoria especializada, para auxiliar nesse processo.

Somente em 2015 foram aplicadas 16 etapas no processo de avaliação de riscos, que teve seu processo concluído no dia 21 de outubro de 2015 com a apresentação do relatório final para os conselhos Deliberativo, a quem cabe aprovação do Plano de Ação resultante do processo, e Fiscal que tem por atribuição manifestar-se sobre o processo de avaliação de riscos a acompanhar a execução do Plano de Ação.

Sobre o assunto, falamos com o consultor Francisco Fernandes, representante da PFM, que destaca as três fases que para ele, são fundamentais no processo de gestão baseada em riscos.

As Etapas

A primeira é a elaboração da matriz de riscos originais das áreas e pessoas da FAPA, que segundo o consultor é a fase de formação das avaliações para cada uma das áreas e processos da FAPA e, que a partir dos dados coletados, serão identificadas as exposições dentro da Fundação e classificadas num dicionário padrão para levantar o potencial de danos de cada seguimento considerado.

Posteriormente são identificados os riscos residuais, que é o processo que analisa os controles que estão dentro da organização para diminuir os riscos e consequências. “Nós comparamos as estágios de controle da FAPA àquilo que a PFM sugere como boas práticas, já que dispomos de um eficiente sistema de medição de aderência para comparar os métodos que a Fundação utiliza com o que existe de melhor no mercado”.

Após o levantamento dos processos é elaborado um plano de ação para definir o que vai ser feito após avaliar as exposições e controles dentro da Fundação e então definir os responsáveis pelos controles e os prazos definidos.

“Essa etapa é o momento de estipular os planos de ação fazendo com que a organização melhore o nível de exposição residual e, em consequência, caminhe para um nível melhor em termo de matrizes de riscos”, esclarece Francisco Fernandes.

Importância para o participante

A Presidente da Fundação, Cláudia Janesko, comenta que é um trabalho de longo prazo e que lá na frente sentiremos os impactos do resultado final.

“Na prática o que ocorre é uma administração mais segura, na qual garante à entidade uma melhor efetividade na gestão seu do patrimônio, os reflexos são sentidos no dia a dia e, principalmente, no cumprimento dos compromissos previdenciários”, finaliza.

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